sexta-feira, 5 de maio de 2017

BOCAS NA UNAP





















Fernando Nunes‎ para Adao Guimaraes Mussungo Mussungo
28 min • 
Meu Colega eu sei que os membros da unap neste momento estão tensos, a ala da Teta imposta pelo Vam, gumbe e gonga, tudo estão a fazer para denegrir a imagem de Fernando Nunes porque querem ver a Teta como SG e a coknão meteram -lhe na minha função e eu fui expulso na minha própria lista. o porque é o vou explicar eles têm medo que comigo a má gestão da Unap vai terminar. e eles ainda querem tirar os ultimos cartuchos. por isso mano eu juntei-me com o Mpambukidi com secretário geral. se quem mesmo a mudança, votem para a lista de Mpambukidi que é a mesam lista de Fernando Nu ne como Presidente que quer levar a Unap o modelo de gestão de um dos melhores gestores angolanos premiado pelo governo angolano Né Gonçalves presidente da Ensa. quanto ao Mpambukidi não precisam ter medo por falta de habito com ele . ele vai trabalhar sob mando do presidente. ele não vai ser como os secretários passadossque por delegação de poderes pelo presidente ele tomou o poder absoluto isto já não vai acontecer. porque Fernando Nunes colocou o projecto ao gabinete de advogados Né Gonçalves que vai assistir as questões juridicas da gestão então tudo vai obedecer a lei para o bem de todos os artistas.
votem para o Mpambukidi não tê m medo
vamos todos mudar a Unap..
Comentários
Jose Carlos Dos Santos Estas duro! Se precisares de reforços avisa!
Antonio Gonga O companheiro Nunes aqui foi Longe de mais.Esta é a personalidade (mascara) de um pseudo salvador, voltado a intriga e a segregação, quando juntos podemos construir um novo paradigma do convívio fraternal com alteridade, a luz das inquietações colectavas visionando uma plataforma que mais nos elevasse à urbe. De facto, Fernando Nunes é uma figura de proa nos bastidores e que está longe de reconhecer o percurso da UNAP, ignorando o trabalho abnegado de várias gerações que fizeram da organização o que ainda é hoje. Não é coerente deixar de reconhecer que Etona, com o seu carisma, terá empreendido o melhor que está ai a vista de todos: O conforto nos serviços administrativos na sede, a locomoção para a movimentação de bens artísticos com segurança, a interacção assinalável com as diferentes entidades e personalidades das diferentes latitudes sociais, a assistência pontual a casos de natureza distinta entre os membros, enfim! Só não vé isto quem tem a mente obcecada ao poder no plano vertical. Sabe-se a colecção de que é gestor o Nunes, muito lhe honraria, e a UNAP bem como a cultura nacional lhe atribuir a reverencia que teria merecido ao fazer daquele património o modelo de colecções em Angola. Lamento a falta de tolerância e urbanidade de um membro que se pretende representante de todos os artistas. A obsessão ao poder, a meu ver, inibe na pessoa o florescer das humanidades. Deste tipo de homens a história esta cheia de exemplos. Que se responsabilize a qualquer membro que se disponha a servir a UNAP, que o faça no espírito da fraternidade, da justiça, e da harmonia social. Todos ainda somos muito poucos para os desafios de hoje e do porvir. A UNAP são os artistas, a UNAP somos todos nós. Até porque, não se vislumbrando uma figura que concorra para a harmonia, o ETONA é ainda uma figura que, pela experiência que acumulou, poderia ser reconduzido a tocar a máquina para frente com a participação de todos. com a colaboração desinibida e sem complexos de todos. Sabemos que Fernando Nunes já figurou em algumas comissões directivas que as abandonou desiludindo. Ok!!!!!
Viva a UNAP, Viva os artista criadores, viva a Harmonia fraternal. Abaixo a ambição, abaixo o ódio, abaixo a intriga. Juntos, todos podemos fazer da classe um extracto social lustroso. Assim seja!

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27/4 às 15:40Editado
Antonio Gonga Espero que questões de forum pessoal fiquem fora deste espaço. Todavia, se entender trazer á público as nossa mazelas, deves saber que para isso não tenho preguiça. Agradecia só um pouco de urbanidade!

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27/4 às 15:32

UM DUELO SOBRE ARTE CONTEMPORANEA ANGOLANA


Antonio Gonga A indiferença sobre "boa arte" provavelmente nos levasse para alem das roturas (indefinidas e abstractas) aqui subpostas. Como os conceitos de alteridade e aculturação e muito mais; e nos remetem a profundas reflexões sobre o que é a evangelização da cultura ainda hoje em voga, e o impingir duma "aludida arte contemporânea" de que os insignes pensadores de que te referes ousaram ilustrar no fervor da crise de valores da cultura ocidental de que foram súbditos. A revolução industrial e a segunda guerras mundial explicam bem o contexto em que emergiu o hoje estandardizado "arte contemporânea" das vanguardas de então. Seja como for, é deveras, bem vinda a pretensão de dar nome "as coisa", as nossas coisas. Nem sempre eclode nas academias o atrevimento. Assim foi com algumas vanguardas: Os fauve, impressionismo, surrealismo, por aí adiante. E depois? E aqui entre nós? No continente, pelo menos orgulha endógenamentemente falando, O Tinga-Tinga e o Poto-Poto; E entre os Muangolé: Estamos espectantes que as licenciaturas e quantos títulos dêm algum norte a navegação do nosso imaginário. Abaixo a intriga, viva a ciência. A inveja tá amarrada. Viva as Bumbas!

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21/2 às 8:18
Lindomar De Sousa Lindox Viva as Bumbas!!!

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21/2 às 8:20
Patrício Batsîkama Mano Ngonga,
A leitura que eu faço sobre a ARTE é estética/filosófica, sociológica e antropológica. Por sinal, tenho formação superior nestas ciências! Se em 2006 alguns cépticos duvudaram, hoje já estou organizado e já tenho todas condições de expor t
...Ver mais
Antonio Gonga Longe de todos os complexos e baixarias. longe dos conceitos de arte e belo ( a estética na essencia da sua autonomia). longe dos linguageres detractores inflamados de preconceitos. Repito: " Mesmo que não se divinize estes ilustres cultores de arte, d...Ver mais
Patrício Batsîkama Ok. ilustre Antonio Gonga.
Vamos ver o que o futuro nos dirá... continua a pintar e expor... e eu continuarei a criticar e publicar. Cada um no seu méier". Boa sorte para todos!
Dilia Fraguito Samarth O exercício da arte necessita das várias frentes de reflexão. A discussão é saudável e enriquece todos os intervenientes, sejam os criadores, os críticos, os estudantes, a sociedade em geral.Obrigada colegas.XERCICIO DA ARTE NECESSITA DAS VÁRIAS FRENTES DE DISCUSÃO.

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Arte compartilhada faz parte

quinta-feira, 4 de maio de 2017

DO PEREGRINAR ÀS OBRAS NA ESTÉTICA DE GONGA


Peregrinação à Memória é esta iniciativa que começa bombeado pelo pulmão da estética no seu sentido mais elevativo e realizador e acaba com um conjunto de obras na caixinha branca do Centro Cultural Português, mas sem lhe retirar os ventos da contemporaneidade africana que sempre esteve na Génesis do seu nascimento das costelas estético-artísticas do artista plástico angolano GONGA. O mesmo faz questão de colocar em cada uma das obras que apresenta na sua peregrinação, um pedaço da sua vida e da forma como encara e entende esta constelação vivencial que é o nosso globo, partindo da nossa realidade geográfica Angola e num diálogo permanente com todas as diásporas existenciais sem olhar para fronteiras nem perspectiva se coloca em linha com esta abordagem simples e muito apelativa que toca na dorso-espinal da vida com verdadeira incisão.
O presente projecto dialoga com outras provocações, no bom sentido, do artista Gonga, de uma forma muito subtil que, só mesmo com uma leitura muito próxima e iluminada com os mais perenes valores da idiossincrasia da africanidade e da arte que corre nas veias de quem a aprecia, se pode descobrir e desvelar todos os segredos e enigmas aí escondidos. Mais do que uma simples forma de fazer arte, usando do melhor que GONGA possui, ele faz aqui um interessante exercício como que de um ciclista colocado numa prova de resistência e que tem de passar por várias dificuldades e privações para abdicar de determinados prazeres da vida e dar corpo a uma arte que verdadeiramente se propões ao sentido mais elevativo e espiritual que toque, assim o entende, o mais profundo do âmago das pessoas e dos seus principais apreciadores.
para que a arte tenha o seu valor como ferramenta de mudança e elevação enquanto riqueza material que é, ao mesmo tempo portador de uma carga espiritual que dialoga de forma directa com a sociedade e com a pessoa enquanto ego singular e com a sua perspectiva particular, tem de circular, antes mesmo de chegar em forma de peça de pintura, escultura ou outra, no circuito sagrado do artista como forma de iniciação e só quando estiver em condições e na fase adulta pode ir para os circuitos mais abertos e nas plataformas transbordacionais dos afluentes comerciais e ou colecionativos. O presente projecto é, também, uma forma pedagógica de se chegar aos estudantes e levar às salas de aulas da escola média de arte, bem como do superior e fazer dela um bom exercício prático de inserção na vida profissional, finalmente pensamos que recomenda-se, ainda que seja para uma simples espreitadela e no final deixar um comentário do que vio e como gostaríamos que aparecesse o que no nosso entender motivará outras discussões em outros lugares e plataformas e no final ganhará, certamente a nossa arte e a nossa cultura. Gilberto Dune Capitango: Professor de História de Arte no ISART/ Sub-Director Pedagógico no CEARTE-2017
Às vezes é difícil entender a personalidade de GONGA, quando se liga e se quer contactar o artista para negocial, dialogar a volta da sua obra e ele simplesmente não está lá como se sugerisse certo desprezo às pessoas, porém não condiz definitivamente com a verdade, apenas uma forma de estar na vida, porque depois de muitos tombos e situações que viveu neste percurso de várias décadas ao serviço da cultura e das artes que muito ama, tem sentido e responsabilidade suficiente para colocar no que faz e na forma como lida com as pessoas a sua marca, foram muitos os tombos e desilusões que pelo contrário lhe deram força e estaleca que hoje confortavelmente pode lidar com às pessoas de forma coerente e livre de qualquer compromisso que não seja no sentido arte e do seu impacto na vida das pessoas. Ele entende ainda que

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