sexta-feira, 5 de maio de 2017

Jon carson e a teoria da borda

Arte representativa é sentimental












Arte compartilhada faz parte
da validação do sentir, quando não há contexto não há declaração, quando não há declaração não há intercambio e quando não há intercambio não há beleza e se não há beleza não pode existir arte, quando o artista vê beleza em tudo sua alma é libertada e isso não pode ser roubado, para criar uma arte grande o homem deve fazer as pazes com a imortalidade, um ateu já mais será um grande artista, o dever do artista é elevar a alma humana, a ignorância nos leva ao oposto a isso, os críticos e colecionadores e galeristas estão locos, são vadias que deviam pendurar quadros no Google com temores infantis, faria mais sentido…
 Podemos claramente entender que o artista não é um ser como outro qualquer, entre tanto precisa ser visto e tratado de modo diferente, concordo que a imortalidade artística não passa pela imortalidade de suas criações em quanto meio de expressão artística.
 Eleva de forma imperceptível quando cria ou se deixa dominar por um vasto deserto branco de sua tela ou midea quando preenche como o seu teor criativo para que o mundo o veja, não como o homem que é, mas sim como o humanista enquanto artista, representativo, expressivo ou abstractivo.

Um comentário:

  1. jon é um artista a ser estudado e conhecido, tem ele uma emagetica muito rica

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