#Desde quando ficamos tao burros?
Nos transformando nessa geração do terraço, do
playstatyon.
Temos um pais desenfreado e uma sociedade que
acha que sem o zé, escorregamos na ravina,
Temos os 15+1 perseguidos pelo ativismo e uma terceira
guerra mundial despoletando entre o ocidente e o judaísmo…. E nós continuamos
essa geração apoiante do narcisismo, em que somos chamados a contribuir com o
saber universitário, mais acabamos, formatados por esse mesmo sistema de ensino
universitário que nos entorpece a mente.
Penso que
essa politização que entra em nossas casas pelas Mídias convencionais e ocupam
o lugar de nossos mais velhos no sofá, nas rodas noturnas das fogueiras, e em todos os outros espaços para passagem de testemunho, quanta alienação provocada
pela televisão, tem vindo a roubar nosso saber endógeno que precisa amplamente
evoluir para exógeno.
Desde quando ficamos tao burros então?
Penso eu que a informação e a formação que se
dá as pessoas são muito frágeis, fruto de toda uma politização, forte que mata
as possibilidades de expansão do conhecimento em prol do entorpecimento, em
angola há fenómenos culturais que passam tangente e não tenhem o foco devido, viramo-nos
muito para a fugacidade, já nos convertemos na geração facebook, e ninguém quer
ser serio nisso, nem mesmo no facebook queremos mais ser sérios, defendemos
todos as nossas cores com unhas e dentes, matando todos a sua volta por causa
de valores monetários sem valores vitais que projectão o homem emancipado para
um ser bem ais transcendental que nós já mais eremos ser algum dia, enquanto não
nos libertarmos desse grilhões que impede o sonho humano de ser livre.
Precisamos
abrir a gaiola dos sentimentos e deixa-los viajar para bem dentro da profundeza
humana, então entre as cores individuais que se defendem até ao limite existe a
cor do comunismo estadual, ou seja as cores do pais, que espelhão globalmente
quem somos, tudo o que somos, pois precisamos nos libertar da geração da utopia
de #pepetela e passar a ser mais ousado, para que não venham a ser a geração do
terraço de
#Gilberto Dune capitango ou a geração do
playstation de #adilson dos santos.
A juventude que ousa emergir agora dessa
cortina de fumaça que nos tem entorpecido com as centralidades e maratonas,
precisa embrionariamente ser encaminhada para um caminho de emancipação, com anciões
lucido o suficiente de os encaminhar na proa desse caminhar constante, esta na
hora de alguém assumir a culpa pelo estado com que esta o pais, pois só vai isso
mudar quando alguém começar a assumir culpas, a culporocracia com que essa
escola se afirma se culpabiliza quando todos se deixam estar na sombra do
concordismo…
Volto outra vez para essa coisa da passagem de
testemunho que não precisa necenariamente ser feita de maneira escolástica,
pois vemos que os filhos espirituais de #marley ou de #picaços nos dias de hoje
são muitos, mas pergunto-me agora como foi feito essa passagem de testemunho se
são tempos diferente?
É porque aprenderam indiretamente com o
trabalho de algum artista e levaram para um estudo profundo, é uma busca que tem
de se fazer para entenderes o que estas a fazer ou praticar, mas isso só é possível
com o rigor e resgate do valor dos mais velhos como mestres de oratórias instruindo-nos
para esse lugar sagrado do sol nascente e agua fresca para o conhecimento que
nutri o cérebro.
A diabolização que se faz hoje pelas coisas
banais do materialismo é inaceitável, pois entende-se desde então que o
materialismo é o enfermo da mente, quebremos o medo de não falar mal do governo,
mas falar mal da governação, pois quando esse medo se decepar o sol vai voltar
a brilhar, e não estaremos mais entre o martelo e a bigorna com medo de entrar
na régua de 24, mas nos libertaremos do ser solido enquanto homem, para um ser
liquido enquanto artista que se adapta no recipiente que entra, mas não para estagnar,
e sim para procurar fissuras e verter para mostrar fraquezas do lugarejo.







PENSO QUE PRECISAMOS SER MAS NÓS
ResponderExcluirGustei muito
ResponderExcluiré muito bom saber
Excluir